Ciência · Atualizado 14 set. 2026

Sem luz, água, nem transporte: as frustrações da minha vida em Cuba e seus apagões

Sem luz, água, nem transporte: as frustrações da minha vida em Cuba e seus apagões
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A rotina de Gustavo, um jovem de 25 anos que trabalha em uma galeria de arte em Havana e escreve para uma revista nos fins de semana, poderia ser a de qualquer profissional comum se não fosse pela pior crise energética enfrentada por Cuba nas últimas décadas. Essa grave situação gerou um efeito dominó que impacta diretamente todas as suas atividades diárias, transformando simples tarefas em grandes desafios. Os intensos apagões chegam a durar cerca de 16 horas por dia, período que Gustavo costuma passar na varanda de casa lendo ou escrevendo no computador. Além da falta de energia e de água, a escassez de transporte público o obriga a planejar cada saída rigorosamente, evitando assim o risco de ter de arcar com táxis cujos preços podem alcançar um terço de seu salário.

  • Gustavo tem 25 anos, trabalha em uma galeria de arte em Havana e escreve sobre exposições para uma revista.
  • Cuba enfrenta a pior crise energética das últimas décadas, gerando um efeito dominó na rotina da população.
  • Os apagões duram cerca de 16 horas diárias, acompanhados por problemas de transporte público e falta de água.

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